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Egito
– Roteiro de Mitologia
e História
 Há
10.000 anos, fins
do paleolítico surgem
os primeiros povos
nômades no Nilo.
5.000 anos depois,
sob as bênçãos das
deusas primordiais,
geradoras de vida
e proteção, Hathor
e Ísis, o
mundo viu nascer
o primeiro império
da civilização.
Unidas aos Reis
Faraós, considerados
férteis e poderosos
como “touros”, celebravam
rituais para a ordem,
abundância e fertilidade.
Passaram-se vários
milênios no que
foi chamado pelos
gregos de Idade
de Ouro, algo semelhante
ao jardim do Éden.
O
Nilo recebe anualmente
as águas da chuva
vindas da Etiópia
formando nas suas
margens uma terra
preta rica em nutrientes.
Os animais em número
muito maior que
os seres humanos
determinavam leis
de vida e morte
dentro do Nilo e
do deserto.
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Grupo Egito -
Novembro de 2007 Guia Nadia Greco
(primeira á esquerda) e Guia
local Samuel Gabala (abaixado no centro)
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O
Nilo, a região mais
privilegiada sobre
o planeta, com sua
cheia anual favoreceu
a cultura agrícola
e a domesticação
dos animais. Devido
à abundância ali
gerada, deu-se origem
também a criação
dos exércitos para
proteção do seu
território. Por
volta de 3.000 anos
antes de Cristo,
as deusas mães começaram
a ceder lugar aos
senhores da fertilidade
e da guerra nos
templos, deuses
masculinos como
Amon e Min. E assim
passaram-se outros
milênios até que
as deusas foram
esquecidas. Graças
à sensibilidade
para a Arte e habilidade
para a Engenharia,
o povo egípcio interpretou
com profundidade
a natureza animal
e humana e suas
complexas relações
com a vida e a morte
e ainda hoje podemos
estudar nos templos
o impacto dos antigos
deuses e deusas
primordiais na civilização
humana.
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A
criação no mundo
egípcio
Os
deuses e deusas
devem ser interpretados
como Potências.
Existem
muitos mitos e histórias
da criação egípcia.
Um deles diz que
no princípio da
criação, o deus
da terra Geb
fecunda Nut,
a deusa do céu gerando
os pares divinos
Ìsis e Osíris,
Set e Néftis.
Longe de interpretar
como relações incestuosas,
precisamos observar
que esses mitos
foram criados quando
a humanidade não
entendia como eram
gerados os seres
humanos e viviam
em estado de pureza
e ignorância. Os
primeiros humanos
consideravam o sangue
algo mágico. O sangue
feminino (menstrual)
gerado sem cortes
e sem dor, era relacionado
ao divino; e as
mulheres por possuí-lo
eram consideradas
filhas divinas de
Hathor e Ísis
a grande maga. Vem
daí a grande importância
das mães na linhagem
sucessiva dos faraós.
Por isto o símbolo
ankh
significa vida,
ou o portão da vida,
sinal do útero e
do falo unidos.
Por isto a deusa
leoa Sekhmet
está relacionada
à sede de sangue
humano, oscilando
entre a proteção
e extinção da humanidade
através das oferendas
de cerveja vermelha.
Outro mito
muito mais antigo
conta que a vaca-deusa
Emeret colocou
as patas na terra
e aí se formou a
primeira ilha com
os humanos, observa-se
neste mito a necessidade
de sobrevivência
gerando a gratidão
ao animal que alimenta
e acompanha na jornada
terrena. Outro
mito relata o monte
que apareceu entre
as águas, e daí
surge o escaravelho
que empurra Rá.
Os templos revivem
este monte primordial
e o primeiro dia
eterno da criação
do mundo. O tempo
é cíclico e não
linear.
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Os
Faraós construtores
Menes
iniciou a dinastia
dos faraós por volta
de 3.000 a C. unificando
o alto e o baixo-Egito.
Criou a capital
Menphis fazendo
em torno dela à
primeira barragem
de pedra do mundo.
Outras construções
eram feitas de adobe.
O
Faraó Djoser 2.700
a C.- ficou
conhecido como o
“abridor de pedras”
construiu a primeira
tentativa de pirâmide,
a pirâmide vermelha
e a pirâmide escalonada
em Saqaqra,
uma super tentativa
de engenharia, abaixo
dela estão dois
grandes palácios
para ele e sua família
habitarem depois
da morte e ao redor
dela estão as mastabas.
Um muro circundava
toda a construção.
O
Faraó Snefru
– ficou conhecido
como “O flagelo
dos bárbaros” pelas
inúmeras campanhas
que fez para abastecer
os cofres do estado.
Seu engenheiro
Imhotep foi
reverenciado como
um deus, até mesmo
pelos gregos.
O
Faraó Sesostris
e a fortaleza de
Buhen – primeira
fortaleza superior
até as construções
medievais construída
na Núbia, atualmente
está sob as águas
do lago Nasser.
E os Faraós Qeops,
Qefren e Mikerinos
que construíram
as pirâmides mais
conhecidas do mundo.
Templos
Os
templos foram construídos
desde os primeiros
faraós e foram aumentados
pelos faraós sucessivos,
o poder do faraó
era demonstrado
pela sua capacidade
de construir.
Karnak
- Luxor
- antiga Tebas
- cerca de 1.500
a C. - foi aqui
por muito tempo,
o mais importante
centro de influência
de todo Egito através
do deus Amon
e o mundo vivia
os seguintes acontecimentos:
Os
Fenícios (atual
Líbano) inventaram
o primeiro alfabeto
fonético. A Grécia
iniciava sua expansão
ocasionando a famosa
guerra de Tróia. O
Império Minóico
alcançava seu apogeu
– O mundo era conectado
por extensas e importantes
rotas comerciais
marítimas.
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Luxor
– (o Harém do deus).
Na margem oeste
encontram-se as
tumbas, o vale dos
Reis, nobres e Rainhas
e na margem leste
os centros religiosos,
os templos. As pedras
vinham de Aswan
no período das cheias.
(Aswan é nossa parada
final).
Em
Tebas - período
da XIX e XX dinastias
– por volta de 1.300
- Ramsés II e seu
pai Set I, ambos
de uma família de
militares construíram
os mais belos templos
admirados até nossos
dias como uma das
maiores obras de
engenharia. (Abu
Simbel, Abydos,a
sala hipóstila Pi-
Ramses, etc...)
Observaremos
a sala hipóstila,
as colunas como
plantas de um vasto
campo. Vegetação,
ao fundo ficava
a sala do deus,
onde só entravam
sacerdotes e faraós.
Set, um deus
primordial da região
de Naqda
era protetor dos
exércitos do faraó
e de diversos. Ramses.
Foi uma revolta
na época de Ramses
XI, denominada a
“guerra dos impuros”;
ocorrida entre os
seguidores de Set
e Amon, que fez
com que Set
passa a ser visto
como deus do mal.
Observe no
templo o lago onde
os sacerdotes se
purificavam, mais
ao fundo.
Os
templos construídos
pelos faraós mais
antigos e observe
o obelisco de Hatshepsut
(que ao todo eram
seis, restou apenas
um) e a sua capela
vermelha.
Deuses
Entre
os principais deuses
que iremos conhecer
nestes templos estão:
Amon
- Deus criador principal
está sentado num
trono, segura um
cetro e tem na cabeça
a coroa de duas
plumas e que também
é representado como
carneiro com chifres
curvos e como ganso.
Suas derivações
são Amon-Min
e Amon-Rá. Min
- também é conhecido
por Amon Mim,
deus da fertilidade,
tem na cabeça duas
longas plumas, e
apresenta-se com
o membro ereto,
um braço escondido. Mut
– esposa de Amon,
seu nome significa
“mãe” segura um
cetro longo, o ankh
e a coroa do alto
e baixo Egito. Hathor
– Deusa do amor,
primeira mãe, também
representada como
vaca nos capitéis
e como uma mulher
com os chifres solares. Hórus
– Nasce da união
de Osíris morto
e Ísis. Os faraós
se identificavam
como a encarnação
de Hórus
na Terra. Representado
como falcão na cabeça
carrega a coroa
do alto e baixo
Egito. Rá
– deus sol representado
com o disco solar
na cabeça. Seth
- A existência das
dualidades entre
os deuses se explica
pela necessidade
de manter o caos
em ordem e uma forma
de compreender a
natureza negativa
das coisas. No princípio
um deus pré-dinástico
de força, depois
o vilão que assassinou
Osíris. Ísis
– Muitas vezes possui
asas e por vezes
se confunde nas
representações com
Hathor. Representada
por um trono que
leva na cabeça. Osíris
– Ressuscitado por
Ísis, ocupa
o lugar do submundo
e teve em sua honra
o lugar de peregrinação
por muitos milênios
em Abydos. Anúbis
– O deus mumificador
com cabeça de chacal
protege as fronteiras
entre vivos e mortos,
era o encarregado
da preparação das
múmias.
Clique
aqui e confira algumas
fotos de Civilizações
Antigas - Museu
do Louvre
Deir
– El Bahari
Hatshepsut
- XVIII
dinastia - Através
de estudos comparativos
a vida de grandes
governantes, cheguei
à conclusão que
a rainha faraó foi
à preferida de seu
pai Tutmés I,
sendo incentivada
desde a infância
por ele a aprender
a governar. Seu
pai iniciou a Idade
de Ouro da história
egípcia. Seguindo
um esquema de linhagem
matriarcal, onde
o sangue da mãe
determina a pureza
da raça real, porém
respeitando o sistema
patriarcal, onde
só os homens podem
ser faraós, ela
casou-se com Tutmés
II filho de
uma esposa secundária
do harém real e
tornou-se co-regente.
Assim que ele morreu,
ela, aos 15 anos
assume a co-regência
com o segundo na
sucessão, Tutmés
III, (que mais
tarde viria a ser
um dos mais importantes
faraós em conquistas
para o Egito) Vendo
aqui uma oportunidade
ela passou a reger
o trono sozinha,
investindo-se de
uma personalidade
masculina. Recentemente
arqueólogos descobriram
que seus registros
teriam sido apagados
por não aceitarem
a idéia de um faraó
mulher e não porque
seu enteado a teria
matado por ódio
de usurpar o trono.
Sua múmia encontra-se
em exposição no
Cairo.
Ao
lado direito de
seu palácio templário,
encontramos a tumba
de Sennemut,
tutor de sua filha
e arquiteto responsável
pela obra mais importante
de seu reino, onde
está registrado
o primeiro céu astronômico
do mundo e também
seu amor pela rainha
através das seguintes
palavras: “Trabalho
para o prazer de
minha rainha”.
Alexandre,
o grande,
desde jovem era
um admirador de
outras culturas
e ao entrar no Egito
em 332 a C. restaurou
os templos que outros
povos haviam destruído
e saqueado. Funda
a capital de Alexandria,
a primeira cidade
planejada. Sendo
bem recebido pelos
egípcios instalou
ali a dinastia grega
dos Ptolomeus,
que durou 300 anos.
Houve nesta dinastia
várias Cleópatras,
aliás, um nome muito
comum naquela época,
entre elas, Cleópatra
III e Cleópatra
VII, que fizeram
importantes uniões
políticas através
do casamento, mantinham
firmes rotas comerciais
e construíam templos
desde o Sudão até
Alexandria. Cleópatra
VI, mulher inteligente
e poliglota ficou
mal falada no Ocidente
porque os romanos
não admitiam a idéia
de uma mulher em
comando. Com a invasão
dos romanos e a
chegada da era Cristã
teve fim a gloriosa
civilização do antigo
Egito.
Edfu
– a cidade vitoriosa
No
templo de Edfu,
época Ptolomaica,
160 a C. - majestoso
e muito bem preservado,
observaremos diversas
cenas entre elas
um extenso painel
com as cenas da
batalha de Hórus
para vencer Set
e assumir o trono
egípcio. Observar
numa das cenas a
representação da
deusa de Qadesh
num carro de guerra,
a deusa dos Hitittas,
protetora das batalhas
e também as cenas
da representação
dos Nomos (províncias)
do Egito trazendo
oferenda para Hórus.
Levou 200 anos para
ficar pronto.
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Kom
Ombo
Templo
época Ptolomaica,
dupla entrada para
os dois deuses Sobek
e Haroeris, (o Horus
antigo). No
fundo do templo
as cenas dos primeiros
instrumentos cirúrgicos
do mundo, o bisturi
inventado pelos
egípcios (era feito
de obsidiana e tinha
um corte muito superior
aos bisturis atuais)
Cenas de parto,
os médicos privilegiavam
os tratamentos para
natalidade e fertilidade.
A deusa Sekhmet
divide a cena com
Hareoris e Sobek
por ser protetora,
um misto de médica-enfermeira.
Philae
– época Ptolomaica,
O templo celebra
Ísis e Hathor.
Com a construção
da represa de Aswan
foi modificado de
lugar.
Curiosidade
histórica:
Hipátia:
filósofa, matemática,
astrônoma e professora.
Nasceu no Egito
no século IV. Considerada
na sua época como
a mente mais brilhante
da escola neoplatônica
de Alexandria, foi
convidada a tomar
lugar na cadeira
que Plotino ocupava
na afamada Biblioteca.
Morreu brutalmente
assassinada por
fanáticos. Motivo:
ser mulher, pagã,
ter dotes intelectuais
singulares, beleza
e eloqüência que
atraíam grande quantidade
de seguidores.
Texto
- Nadia Greco
- 8 de novembro
de 2007 Fonte
– diversos estudos
de arqueólogos ingleses,
egípcios, espanhóis,
italianos e franceses.
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Aventure-se por um dos lugares mais interessantes do
planeta, venha conhecer o EGITO. Seja para relaxar ou para fazer um passeio cultural e interessante, o Egito é o lugar ideal. Esqueça os conceitos
ocidentais em casa e siga para uma viagem divertida e totalmente diferente de
tudo que você já fez. Prepare-se para se divertir muito, o oriente é um lugar
lindo, maravilhoso e com um povo encantador. É um bom momento para lembrar
quanto de conhecimento e cultura os árabes trouxeram para o ocidente.
Você vai encontrar muita literatura interessante para ler
antes e dentre os que mais gosto estão:
Egito - um olhar amoroso
- Robert Solé - Ediouro Férias Pagãs (divertido e real relato de viagem desde Roma
até o Egito); As 1.001 noites - um clássico dos contos orientais;
Os livros de Naguib Mahfouz – o mais importante escritor
egípcio; A Faraona de Tebas (Estudos de história sobre um dos
e uma
das personagens mais interessantes do antigo Egito); A Cozinha Faraônica (receitas e histórias da cozinha no
tempo dos faraós), EGIPTO – O Mundo dos Faraós),
Dentre os guias o mais completo é o Traveler –
Egypt National Geographic – em inglês,
aliás em inglês e espanhol você vai encontrar dezenas de dicionários e livros
sobre hieróglifos, arqueologia e
história . Outra opção que eu
recomendo é contratar os serviços do egípcio Samuel, um experiente guia
profissional que me acompanhou na viagem ao Egito (através da
Queensberry), garanto que terá o melhor
serviço pelo melhor preço.
Ao visitar um sítio arqueológico, um templo, uma
igreja muito antiga, ruínas, você percebeu que entra em um estado de
encantamento sem nem perceber bem o porquê?
A razão é porquê ao entrarmos nestes
lugares especiais somos alçados à dimensão espiritual e cronológica do local visitado, e entramos
numa espécie de "transe cultural", como se por um momento pudéssemos fazer
parte de toda riqueza cultural
existente ali, do mais divino que a mente humana foi capaz de produzir. Somos
motivados a acrescentar dados emocionais e intelectuais importantes sobre a
humanidade e o mundo antigo que vai muito além dos livros de história e só por
isto já valeria toda a viagem.
Bem
vindo à sua segunda casa - o Egito
Para
trabalhos e informações,
entre em contato»
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Foi
com esta simpática e sincera saudação que fomos recebidas nesta
linda terra. Se você já não for um doido de carteirinha... Você
sente que aos poucos se adapta a uma cultura totalmente diferente
e começa a se divertir com os pequenos detalhes que nos aguarda
em cada parada; pode-se tirar fotos com os vendedores (que írão
pedir um cachê pela foto, e às vezes você é quem ganha o cachê,
por sorte ganhei uns postais bem bonitos deste simpático vendedor
nas pirâmides!). Por vezes terás vontade de correr dos inúmeros
vendedores, então aprenda logo a dizer: lá,lá,lá, shukran! - que
significa: não, não, não, obrigada! E precisa ser assim mesmo, bem decididamente, senão eles não largam do pé até você comprar
algo. Também não aceite brindes se não tem intenção de comprar algo.
A
forma de se vestir deve ser muito discreta e evitar roupas decotadas
e justas. Mas ao meu ver esse é um assunto que devemos pensar não
apenas em respeito ao país para onde vamos, mas também em respeito
a impressão que queremos passar sobre o nosso próprio país. Abuse
das batas indianas que protejem do sol e são frescas, leve protetor
solar, boné, chapéu, lenços para o cabelo, uma bolsa pequena para
quando sair do barco. Tire uma cópia do passaporte e plastifique.
Lá tem muitas coisas legais para comprar, de todos os tamanhos e
preços e você troca o dólar ou euro nos hotéis.
Os
passeios pelo Egito
Você
pode escolher vários roteiros, personalizado ou de excursão, pode
navegar pelo rio confortávelmente, e ver estas lindas paisagens.
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fará translados para os templos de ônibus e ver imagens como estas
fotos:
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Irá
passear de Felluca, e ver as paisagens de Aswan, visita à Aldeia
Núbia e às Tumbas dos Nobres:
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Tudo
de forma confortável e com segurança, em nenhum momento senti medo
de algo na viagem.
Será levado para os templos e não esqueça a câmera, filmes,
bateria para a máquina, e se quiser a filmadora. E depois é só fazer
fotos maravilhosas como estas em Luxor e Karnak no templo de Amom - Vá com sapato
ou tênis,
bem confortáveis, porque lá tem muito para andar e ver.
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As
embarcações e roteiros
Roteiro
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aqui e confira»
Se
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cruzeiro internacional
vai precisar de
visto para entrar
no Egito, é rápido
tirá-lo aqui no
Brasil mesmo e não
esqueça a vacina.
Você
pode optar por vários
roteiros, de 3 a
7 dias, todos tem
quartos espaçosos
e confortáveis,
a tripulação sempre
está atenta e mantém
os quartos impecáveis.
(você vai notar
que somente os homens
trabalham nos barcos
e hotéis, você nunca
vê mulheres, algumas
na recepção, algumas
no serviço de restaurante
mas muito poucas
e somente nos hotéis).
A
viagem é confortável
e você não vai precisar
de remédios para
enjôo. Você desembarca
em cada porto para
visitar os templos
que listei no roteiro
história e mitologia,
e a viagem de 7
dias é muito mais
completa e tranqüila
e se você pretende
fazer um roteiro
com a família e
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